Disciplinas

EMENTA DA DISCIPLINA

Enquanto elemento articulador e aglutinador dos diferentes atores e das ações que têm lugar no contexto escolar, o gestor tem importante papel na discussão e implementação do currículo na escola. As discussões sobre currículo têm assumido importante papel na formulação de propostas que visem a assegurar que o direito ao conhecimento se constitua no eixo estruturante do currículo e da docência, com vistas à melhoria da qualidade da educação. Nessa perspectiva, o currículo é concebido, para além de um conjunto de objetos de conhecimento ligados às diferentes disciplinas do quadro curricular, como o conjunto de experiências e relações que têm lugar no contexto escolar. O objetivo da disciplina é refletir sobre o papel do currículo na promoção de ações pedagógicas eficazes, sobre os eixos em torno dos quais devem se organizar as propostas curriculares e o papel dos gestores nessa organização, oferecendo subsídios teórico-práticos para que o gestor possa assumir seu papel na gestão do currículo na escola.

Bibliografia

APPLE, M. Ideologia e currículo. São Paulo: Brasiliense, 1982.
BEAUCHAMP, J.; PAGEL, S. D.; NASCIMENTO, A.R. (orgs.) Indagações sobre currículo: currículo, conhecimento e cultura. Brasília; Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2007, 48p. Belo Horizonte: Autêntica, 1999a.
MOREIRA, A. F. B. e SILVA, T. T. (Orgs.). Currículo, cultura e sociedade. São Paulo: Cortez, 1994.
SILVA, T. T. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo.
SILVA, T. T. O currículo como fetiche. Autêntica: Belo Horizonte, 1999b.

EMENTA DA DISCIPLINA

Esta disciplina oferece oportunidades de desenvolvimento de análise, por parte do aluno, de temas relacionados à reforma da educação. O aluno mobilizará referências bibliográficas a respeito da reforma da educação, políticas públicas e gestão da educação. O estudo dos temas selecionados será desenvolvido com base em dados empíricos originários dos projetos de pesquisa realizados no âmbito do próprio programa e dados de outras fontes, como o Censo Escolar, as Pesquisas Nacionais por Amostragem Domiciliar (PNADs), os programas nacionais de avaliação educacional e orçamentos da educação. Para cada tema, será formulada uma questão de estudo, acompanhada de um texto descritivo e um conjunto de evidências empíricas. O relato de experiências dos gestores e o debate do tema em pauta deve estimular a produção de um texto do aluno, construindo algumas projeções plausíveis e os modos possíveis de tratamento do problema por parte dos atores relevantes em cada caso. Dentre os temas de estudo, vale mencionar os seguintes: (i) o financiamento da educação básica e o regime federativo de colaboração, (ii) a formação inicial e continuada de professores e a certificação docente, (iii) a remuneração, a carreira e o regime de trabalho dos profissionais da educação, (iv) os mecanismos de seleção de gestores e os padrões de formação e certificação, (iv) os currículos, programas de ensino e as tecnologias educacionais, (v) a gestão da progressão escolar, (vi) a responsabilização de gestores e equipe docente, e os sistemas de incentivo ao trabalho, (vii) os sistemas de avaliação de desempenho de alunos e das instituições de ensino, (viii) a fixação de metas de desempenho para as escolas, (x) as políticas de apoio à permanência do aluno na escola.

Bibliografia

BROOKE, Nigel e SOARES, José Francisco (org.). (2008) A Pesquisa em Eficácia Escolar: Origem e Trajetórias. Belo Horizonte, Editora UFMG.
FUHRMAN, Susan. (2001). From the Capitol to the Classroom: Standards-Based Reform in the States. National Society for the Study of Education Yearbooks.
HERMAN, Joan e HAERTEL, Edward. (2005). Uses and Misuses of Data for Educational Accountability and Improvement (Yearbook of the National Society for the Study of Education).
OECD. (2004). What Makes School Systems Perform Seeing Schools Through the Prism of PISA. Paris, OECD Publishing.
SILVA, Nelson do Valle e HASENBALG, Carlos. (2000). Tendências da Desigualdade Educacional no Brasil. Dados.
WONG, Kenneth e RUTLEDGE, Stacey. (2006). System-wide Efforts to Improve Student Achievement. Peabody College (Research in Educational Policy).
WONG, Kenneth e NICOTERA, Anna (ed.). (2007). Successful Schools and Educational Accountability: Concepts and Skills to Meet Leadership Challenges. Pearson Education Inc.

EMENTA DA DISCIPLINA

A disciplina Estudo de Caso pretende mobilizar a metodologia dos estudos de caso para oferecer aos gestores oportunidade de debate sobre situações relacionadas a seu exercício profissional. Tem uma dimensão associada ao aprendizado com a própria experiência cotidiana da gestão, do próprio estudante e de seus pares. Os casos formam um repositório de conhecimento que precisa ser coletado, compartilhado e preservado para que instituições de ensino e seus gestores possam, elas mesmas, aprender com sua história e experiências pretéritas, e não começar todo novo dia como se fosse ele um novo começo. Além disso, os temas abordados nos casos a serem discutidos mobilizam, de maneira transversalizada, os conteúdos e bibliografias das outras disciplinas no curso e oferecem uma primeira visão aos mestrandos do tipo de construção que será necessária à descrição do seu caso de pesquisa para o Plano de Ação Educacional.

Bibliografia

Casos de Gestão Educacional, Equipe do CAEd.
Capomar, M.C. Do uso de estudo de caso em pesquisas para dissertações e teses em administração. Revista de Administração, São Paulo, 1991.
LÜDKE, Menga; ANDRÉ, Marli E. D. A. Pesquisa em Educação: Abordagens Qualitativas.Editora Pedagógica e Universitária LTDA.
Merseth, Katherine. Cases in Educational Administration. NY: Longman, 1997.
Merseth, Katherine. Case Studies and Teacher Education. Teachers Educational Quarterly, 17, 53-62, 1990.
Roesch, Silvia M.A. Projetos de estágio e de pesquisa em administração: guia para estágios, trabalhos de conclusão, dissertações e estudos de casos. 2a Ed.. SP: Atlas, 1999.
Triviños, Augusto Nivaldo Silva. Introdução à pesquisa em ciências sociais: a pesquisa qualitativa em educação. SP: Atlas, 1987.
Yin, R.K. Estudo de Caso. Planejamento e Métodos. 2a. Edição. Porto Alegre: Bookman, 2001.

EMENTA DA DISCIPLINA

Esta disciplina tem por objetivo familiarizar o aluno com os conceitos básicos que estruturam as etapas da pesquisa de campo para a elaboração da dissertação de mestrado, especialmente: (a) definição do objeto da pesquisa; (b) caracterização das dimensões que devem ser objeto de observação; (c) construção dos instrumentos ou procedimentos de observação; (d) realização das observações e coleta dos dados. O trabalho será desenvolvido com base na realização de seminários, webconferências e participação em fóruns, com o objetivo de apoiar o estudante na pesquisa de campo para a elaboração de sua dissertação.

Bibliografia

BECKER, Howard. Métodos de pesquisa em ciências sociais. São Paulo: HUCITEC, 1994.
BABBIE, Earl. Métodos de Pesquisa de Survey. Belo Horizonte, Ed. UFMG, 1999

EMENTA DA DISCIPLINA

Essa disciplina tem por objetivo apoiar o aluno para a redação da dissertação por meio da realização de seminários, webconferências e participação em fóruns. As atividades devem contribuir para o aluno (a) delimitar o objeto específico do Plano de Ação Educacional; (b) debater o plano com o professor e demais alunos; e (c) redigir a dissertação para a defesa perante a banca examinadora.

EMENTA DA DISCIPLINA

Gestores educacionais que desejam enriquecer suas práticas cotidianas precisam de formação profissional que os prepare para as enormes transformações que vivemos no século XXI e seus desdobramentos na educação das futuras gerações. Tal formação tem uma dimensão associada ao aprendizado com a própria experiência cotidiana da gestão, do próprio estudante e de seus pares, compartilhada na forma de casos, uns exemplares de sucesso, outros de fracasso e ainda outros simplesmente comuns, tão comuns que precisam ser contados. Esses casos formam um repositório de conhecimento que precisa ser coletado, compartilhado e preservado para que instituições de ensino e seus gestores possam, elas mesmas, aprender com sua história e experiências pretéritas, e não simplesmente começar todo novo dia como se fosse um novo começo. Por meio da metodologia de estudo de casos, essa disciplina visa treinar o gestor educacional a saber discernir as dimensões relevantes de um caso e a extrair dele os exemplos e aprendizados que podem ser objetos de uma reflexão crítica sobre a natureza da sua atividade em seu cotidiano. Os alunos serão avaliados por meio da elaboração de dois estudos de caso sobre sua unidade de gestão e dois textos analisando estudos de caso de outro aluno do curso.

EMENTA DA DISCIPLINA

Gestores educacionais que desejam enriquecer suas práticas cotidianas precisam de treinamento profissional que os prepare para as enormes transformações que vivemos no século XXI e seus desdobramentos na educação das futuras gerações. Tal treinamento tem uma dimensão associada ao aprendizado com a própria experiência cotidiana da gestão, do próprio estudante e de seus pares, compartilhada na forma de casos, uns exemplares de sucesso, outros de fracasso e ainda outros simplesmente comuns, tão comuns que precisam ser contados. Esses casos formam um repositório de conhecimento que precisa ser coletado, compartilhado e preservado para que instituições de ensino e seus gestores possam, elas mesmas, aprender com sua história e experiências pretéritas, e não começar todo novo dia como se fosse ele um novo começo. Esta disciplina dá sequência ao trabalho iniciado na disciplina Estudos de casos de gestão escolar I. Nela, ainda por meio da metodologia de estudo de casos, o gestor educacional será treinado a pensar os casos analisados a partir de conceitos que o ajudem a organizar a base de conhecimento que seu repertório de casos contém.

EMENTA DA DISCIPLINA

A disciplina tem o objetivo de promover a análise de temas relevantes da agenda educacional brasileira, que, em conjunto, projetam a reforma dos padrões de gestão da educação pública. O estudo dos temas selecionados será desenvolvido com base em dados empíricos originários dos projetos de pesquisa realizados no âmbito do próprio programa e dados de outras fontes, como o censo escolar, as pesquisas nacionais por amostragem domiciliar, os programas nacionais de avaliação educacional e orçamentos da educação. Para cada tema, será formulada uma questão de estudo, acompanhada de um texto descritivo e um conjunto de evidências empíricas. O relato de experiências dos gestores e o debate do tema em pauta deve estimular a produção de um texto do aluno, construindo algumas projeções plausíveis e os modos possíveis de tratamento do problema por parte dos atores relevantes em cada caso. O trabalho estende-se por dois semestres letivos, compreendendo duas disciplinas. Dentre os temas de estudo, vale mencionar os seguintes: (i) o financiamento da educação básica e o regime federativo de colaboração, (ii) a formação inicial e continuada de professores e a certificação docente, (iii) a remuneração, a carreira e o regime de trabalho dos profissionais da educação, (iv) os mecanismos de seleção de gestores e os padrões de formação e certificação, (v) os currículos, programas de ensino e as tecnologias educacionais, (vi) a gestão da progressão escolar, (vii) a responsabilização de gestores e equipe docente, e os sistemas de incentivo ao trabalho, (viii) os sistemas de avaliação de desempenho de alunos e das instituições de ensino, (ix) a fixação de metas de desempenho para as escolas, (x) as políticas de apoio à permanência do aluno na escola.

Bibliografia

Bibliografia Básica

BROOKE, Nigel e SOARES, José Francisco (org.) A Pesquisa em Eficácia Escolar: Origem e Trajetórias. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2008.
SILVA, Nelson do Valle; HASENBALG, Carlos. Tendências da Desigualdade Educacional no Brasil. Dados. 2000.

Bibliografia Complementar

FUHRMAN, Susan. From the Capitol to the Classroom: Standards-Based Reform in the States. National Society for the Study of Education Yearbooks, 2001.
HERMAN, Joan; HAERTEL, Edward. Uses and Misuses of Data for Educational Accountability and Improvement. Yearbook of the National Society for the Study of Education, 2005.
NEVES, Lúcia Maria Wanderley. As reformas da educação escolar brasileira e a formação de um intelectual urbano de novo tipo. (GT Estado e Política Educacional da 27ª Reunião da Anped).
NUNES, J. L. F. A Reforma da Educação Pública Paulista dos anos 90. In: IV Mostra de Pesquisa em Educação – A Pesquisa na Pós-Graduação e seus impactos na Educação, 2006, São Paulo. IV Mostra de Pesquisa em Educação, 2006. v. 1. p. 6-150.
NUNES, J. L. F. Capitalismo, Globalização e Reformas Educacionais: O impacto da municipalização da educação na organização do sistema de ensino paulista. In: VI Mostra de Pesquisa em Educação, 2007, São Paulo. VI Mostra de Pesquisa em Educação, 2007.
OECD. What Makes School Systems Perform Seeing Schools Through the Prism of PISA. Paris: OECD Publishing, 2004.
PERREIRA, L.C.B. A Reforma do Estado dos anos 90: Lógica e Mecanismos de Controle. Ministério da Administração Federal e Reforma do Estado. Cadernos do MARE da Reforma do Estado, 1997. Disponível em http://www.preac.unicamp.br/arquivo/materiais/bresser_reforma_do_estado.pdf.
Acesso em jan. 2004.
WONG, Kenneth; NICOTERA, Anna (ed.). Successful Schools and Educational Accountability: Concepts and Skills to Meet Leadership Challenges. Pearson Education Inc, 2007.
WONG, Kenneth; RUTLEDGE, Stacey. System-wide Efforts to Improve Student Achievement. Peabody College (Research in Educational Policy), 2006.

EMENTA DA DISCIPLINA

A disciplina tem o objetivo de promover a análise de temas relevantes da agenda educacional brasileira, que, em conjunto projetam a reforma dos padrões de gestão da educação pública. O estudo dos temas selecionados será desenvolvido com base em dados empíricos originários dos projetos de pesquisa realizados no âmbito do próprio programa e dados de outras fontes, como o censo escolar, as pesquisas nacionais por amostragem domiciliar, os programas nacionais de avaliação educacional e orçamentos da educação. Para cada tema, será formulada uma questão de estudo, acompanhada de um texto descritivo e um conjunto de evidências empíricas. O relato de experiências dos gestores e o debate do tema em pauta deve estimular a produção de um texto do aluno, construindo algumas projeções plausíveis e os modos possíveis de tratamento do problema por parte dos atores relevantes em cada caso. O trabalho estende-se por dois semestres letivos, compreendendo duas disciplinas. Dentre os temas de estudo, vale mencionar os seguintes: (i) o financiamento da educação básica e o regime federativo de colaboração, (ii) a formação inicial e continuada de professores e a certificação docente, (iii) a remuneração, a carreira e o regime de trabalho dos profissionais da educação, (iv) os mecanismos de seleção de gestores e os padrões de formação e certificação, (iv) os currículos, programas de ensino e as tecnologias educacionais, (v) a gestão da progressão escolar, (vi) a responsabilização de gestores e equipe docente, e os sistemas de incentivo ao trabalho, (vii) os sistemas de avaliação de desempenho de alunos e das instituições de ensino, (viii) a fixação de metas de desempenho para as escolas, (x) as políticas de apoio à permanência do aluno na escola.

EMENTA DA DISCIPLINA

Essa disciplina tem por objetivo introduzir os alunos na prática pedagógica de utilizar suas próprias histórias e trajetórias de vida, bem como a daqueles que o circundam no ambiente de trabalho, como instrumentos para uma reflexão da vocação profissional do gestor educacional, e dos métodos através do qual ele pode aprimorar as práticas educacionais na sua unidade de gestão. Serão abordados três temas ao longo da disciplina: a) História, Biografia, trajetórias de vida: construindo conhecimentos práticos sobre práticas profissionais; b) A Profissão e o Mercado de Trabalho no Mundo Contemporâneo; c) A vocação profissional: teoria e prática.

Bibliografia

Coelho, Edmundo Campos. As Profissões Imperiais. Ed. Record, Rio de Janeiro.
Debert, Guita. Problemas relativos à utilização da história de vida e história oral. In: CARDOSO, Ruth C. L. (Org). A aventura antropológica: teoria e pesquisa. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986. p. 141-156.
GOODSON, Ivor F. A vida do professor e seu desenvolvimento. In: NÓVOA, Antônio (coord.). Os professores e sua formação. Lisboa, Dom Quixote, 1992.
Libânio, J.C. Adeus professor, adeus professora? Novas exigências educacionais e profissão docente. São Paulo, Cortez, 1998.
NÓVOA, António e FINGER, Mathias. O método (auto)biográfico e a formação. Lisboa: MS/DRHS/CFAP, 1988.
Weber, Max. Política e Ciência como Vocação. Ed. Martin Claret, 2006.

EMENTA DA DISCIPLINA

O marco constitucional brasileiro define atribuições de gestão financeira e administrativas para os entes federados na organização da educação pública em nosso país. Nesse sentido, estados e municípios apresentam legislação e políticas educacionais diferenciadas, que precisam ser conhecidas no contexto da imersão do gestor no ambiente político-administrativo de sua atuação, bem como conhecer modos distinto de gerir os mesmos desafios em outras unidades da federação, permitindo destarte um ponto de vista comparativo essencial para a critica construtiva dos modelos vigentes. esta disciplina, os alunos refletirão sobre seu papel enquanto gestores públicas sob a ótica da legislação federativa brasileira, pertinente a cada estado e/ou município em que o gestor atua, e sua conexão com políticas públicas locais implementadas pelos entes federados.

Bibliografia

Legislação estadual e municipal; Políticas estaduais e municipais.

EMENTA DA DISCIPLINA

O objetivo central da disciplina é ampliar sucessivamente o repertório criativo de gestores engajados na transformação da escola pública brasileira, a partir de conteúdos artísticos que operam além das convenções. Os alunos serão expostos a desafios de produção de “coisas” em laboratórios do Instituto de Artes e Design, acompanhados por profissionais do design, artistas e teóricos. Esse trabalho cooperativo servirá para embaralhar sujeitos, deslocar subjetividades, aproximar habilidades, questionar competências. Desafios como estes buscam desmanchar habilidades e competências padrão constituídas, demandando, ao contrário, uma atitude sistemática de descobertas e abandono de soluções convencionalmente utilizadas. A reflexão proporcionada por essa disciplina é fundamental à compreensão das bases que alimentam nossas forças criativas e inovadoras, encarnadas por artistas e criadores em geral, mas à disposição de qualquer um que se disponha a abrir-se em direção a paisagens ainda não imaginadas, portanto arriscadas.

EMENTA DA DISCIPLINA

O objetivo da disciplina é discutir a evolução da administração pública na sociedade contemporânea, bem como os desafios associados às Finanças Públicas. A disciplina estará dividida em três partes. Na primeira parte, serão abordados os modelos de administração pública: (1) modelo patrimonialista, (2) modelo burocrático (Weber) e suas disfunções e (3) modelo gerencial de administração pública. A abordagem do modelo gerencial envolverá estudo sobre o seu contexto inicial, sua evolução, suas tendências, seus princípios (mérito, flexibilidade, responsabilização, controle versus autonomia); seus instrumentos gerenciais (avaliação de desempenho e resultados, flexibilidade organizacional, trabalho em equipe, cultura da responsabilidade e os mecanismos de rede informacional), e também sobre as diferenças entre os modelos de diferentes países e os obstáculos e críticas à sua adoção. Na segunda parte, serão discutidos aspectos de Finanças Públicas envolvendo Gasto Público e Funções de Governo; o Financiamento do Gasto Público (sistema tributário e transferências intergovernamentais no sistema federativo brasileiro); finanças da União, Estados e Municípios (características da estrutura de financiamento e evolução recente); Sistema de Planejamento e Orçamento no Brasil (fundamentos legais, conceitos básicos do sistema de planejamento, Ciclo Orçamentário no Brasil, gestão por programas, integração planejamento e orçamento, eficiência do gasto público e custos); execução Orçamentária (normas legais para o acompanhamento do gasto público) e Lei de responsabilidade fiscal (diretrizes sobre planejamento, transparência, prestação de contas, controle interno e externo e responsabilização). Na terceira e última parte será abordado o tema do Financiamento da Educação Pública no Brasil. Serão discutidos sua evolução histórica, as mudanças após a constituição de 1988, a estratégia de adoção de Fundos Orçamentários Especiais (FUNDEF e FUNDEB) e as inovações do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE) e seus impactos nas transferências voluntárias do Governo federal (Plano de Metas e Plano de Ações Articuladas PAR).

Bibliografia

BRESSER PEREIRA, Luiz Carlos; SPINK, Peter. Reforma do Estado e Administração Pública. Gerencial. 6.ed.Rio de Janeiro: Editora FGV, 2005.
GIAMBIAGI, Fábio; ALEM, Ana Cláudia Duarte. Finanças Públicas. Teoria e Prática no Brasil. 3. ed. Rio de Janeiro: Editora Campus, 2007.
MATIAS-PEREIRA, José. Manual de Gestão Pública Contemporânea. São Paulo: Editora Atlas, 2008.
GIACOMONI, James. Financiamento Público. São Paulo: Editora Atlas, 2007.
Legislação: Constituição Federal de 1988; LDB, no. 9394, de 1996; Plano Nacional de Educação, Lei 10.172 de 2001. Emenda Constitucional nº 53 de 2006, Institui o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação. FUNDEB Lei nº 11.494 de 2007, regulamenta o FUNDEB.

EMENTA DA DISCIPLINA

O curso discorre sobre o desenho da pesquisa que tem por objetivo aferir a eficácia de uma política pública ou um programa educacional. Para realizar a sua pesquisa, o avaliador precisa construir instrumentos e produzir medidas que assegurem a adequada observação do processo que está sob investigação. Assim, o curso tratará também a respeito de teorias sobre dados e dimensões, assim como procedimentos para a construção de escalas. Neste tópico, e como um caso especial de modelagem, o estudante tomará contato com a Teoria da Resposta ao Item, base contemporânea para a construção de escalas de proficiência e desenvolvimento cognitivo, essenciais em pesquisas de avaliação que tenham por foco o rendimento escolar de estudantes. Por fim, será realizada uma incursão no território da avaliação de programas e sistemas de ensino, institucionalizada sob a forma de programas regulares de aferição do desempenho de alunos. Tem-se aí uma área de atividade que postula problemas teóricos e práticos relevantes, tanto no que concerne ao desenho da pesquisa para aferir a eficácia do trabalho escolar, quanto na construção de instrumentos e medidas ajustadas aos propósitos da educação. Dados produzidos pelo CAEd/UFJF em programas de avaliação serão utilizados em exercícios propostos aos estudantes.

Bibliografia

Biblioteca do estudante

BARRETO, Elba S. S.; PINTO, Regina P.; MARTINS, Angela M.; DURAN, Marília C. G.. Avaliação na educação básica nos anos 90 segundo os periódicos acadêmicos. Cadernos de Pesquisa, n. 114, nov/2001, p. 49-88.
CAED/UFJF. Publicações do Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação.
CANO, Ignácio. Introdução a Avaliação de Programas Sociais. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2006.
COHEN, Ernesto; FRANCO, Rolando. Avaliação de Projetos Sociais. Petrópolis: Vozes, 2001.
SOUZA, Alberto Mello e (org.). Dimensões da Avaliação Educacional. Petrópolis: Editora Vozes, 2005.

Bibliografia Complementar

FARIA, Carlos Aurélio Pimenta de. A política da avaliação de políticas públicas. Revista Brasileira de Ciências Sociais. Rio de Janeiro, ANPOCS, v. 20, n. 59, out. 2005, p. 97-169.
KIFER, Edward. Large-Scale Assessment: Dimensions, Dilemmas, and Policy. Thousand Oaks, CA: Corwin Press, 2001.
MEANS COLLECTION. Evaluating socio-economic programmes. Luxembourg, European Comission, Office for Official Publications of the European Communities, 1999.
NOGUEIRA, Vera Maria Ribeiro. Avaliação e monitoramento de Políticas e Programas Sociais: revendo conceitos básicos. Katálysis. Florianópolis: EDUFSC, v. 5, n. 2, jul./dez. 2002, p.141-152.
REVISTA BRASILEIRA DE CIÊNCIAS SOCIAIS. Dossiê agenda de pesquisas em políticas públicas. SP: ANPOCS, vol. 18, n. 51, fev. 2003.
VIANNA, Ana Luiza. Abordagens metodológicas em políticas públicas. Campinas: UNICAMP/NEPP, 1988.
WEISS, Carol H. Evaluation (2nd Edition). Upper Saddle River, NJ: Prentice Hall Inc, 1998.

EMENTA DA DISCIPLINA

Esta disciplina tem o objetivo de desenvolver a capacidade crítica do gestor na interpretação e uso dos resultados das Avaliações em Larga Escala. Será organizada a partir de atividades teóricas e práticas associadas ao entendimento e uso dos resultados de Avaliações em Larga Escala e abordará os seguintes pontos: 1. Escalas e Medidas Educacionais; 2. Fundamentos e Objetivos das Avaliações Educacionais em Larga Escala; 3. História e Dinâmica da Avaliação em Larga Escala no Brasil; 4. Os Instrumentos Cognitivos e os Instrumentos Contextuais; 5. As Medidas Psicométricas, os Indicadores e as Estatísticas de Qualidade da Educação; 6. Análise dos Resultados das Avaliações e dos Modelos Contextuais; 7. Perspectivas e Usos Possíveis dos Resultados das Avaliações.

Bibliografia

BROOKE Nigel; SOARES, Francisco Soares (0rg). Pesquisa em Eficácia Escolar. Origem e Trajetórias. Belo Horizonte: UFMG, 2008.
THISSEN, David; WAINER, Howard. Test Scoring. New Jersey; London: Lawrence Erlbaum Associates, Publishers, 2001.
Bonamino, A. M. C. (2002). Tempos de avaliação educacional. O SAEB, seus agentes, referência e tendências. Rio de Janeiro: Editora Quartet.
GUSKEY Thomas R.; BAILEY Jane M. Developing Grading and Reporting Systems for Student Learning (Experts In Assessment Series). Corwin Press; 1.ed. (October 17, 2000).
CHINAPAB, Vinayagum. Rendimento da Aprendizagem. Construção de Competências. São Paulo: Editora Autores Associados, 2000.
REYNOLDS Cecil R.; KAMPHAUS Randy W. Handbook of Psychological and Educational Assessment of Children – 2/e: Intelligence, Aptitude, and Achievement (Hardcover). New York: The Guilford Press, 2003.

EMENTA DA DISCIPLINA

Essa disciplina tem como objetivo conscientizar os gestores educacionais sobre o seu papel diante do desenvolvimento profissional de seus professores. Nesse sentido, os temas estudados procuram subsidiar os gestores para o trabalho a ser promovido na escola, direcionado para o desenvolvimento pessoal, profissional e organizacional de seus docentes. Em relação ao desenvolvimento pessoal, serão consideradas ações formativas que favoreçam um trabalho de reflexividade crítica sobre as práticas docentes e de reconstrução permanente de uma identidade pessoal. Quanto ao desenvolvimento profissional, serão apresentadas e discutidas práticas de formação que tomem como referência as dimensões coletivas que possam contribuir para a emancipação profissional e para a consolidação de um profissional autônomo na produção de seus saberes e valores. Será dada ênfase às ações formativas que envolvam a experimentação, a inovação e a inclusão de novos modos de trabalho pedagógico, acompanhada de uma reflexão crítica sobre sua utilização. Uma discussão final levará ao enfrentamento da questão de que não é suficiente mudar o professor, mas de que é preciso mudar os contextos em que ele intervém. Portanto, serão promovidas discussões e reflexões a respeito do desenvolvimento organizacional, isto é, da mudança nas organizações escolares e em seu funcionamento como garantia do desenvolvimento pessoal e profissional de seus docentes, em função de uma escola que se organize em redes de colaboração e conhecimento.

Bibliografia

Bibliografia básica
ALARCÃO, I. Formação reflexiva de professores. Porto: Porto Editora, 1996.
ESTRELA. M.T. (org.) Viver e construir a profissão docente. Porto: Porto Editora, 1997.
GIROUX, H. A. Os professores como intelectuais: rumo a uma pedagogia crítica da aprendizagem. Porto Alegre: Artes Médicas,1997.
NÓVOA, A. (org.) Os professores e sua formação. Lisboa: D. Quixote, 1992.
NÓVOA, A. Profissão Professor. Porto: Porto Editora, 1991, p.535-554.
ZEICHNER, Kenneth M. Uma análise crítica sobre a “reflexão” como conceito estruturante na formação docente. Educação & Sociedade. v.29, n.103, ago. 2008.

Bibliografia Complementar
AZANHA, José Mário Pires. Uma reflexão sobre a formação do professor da escola básica. Revista Educação e Pesquisa. São Paulo, v. 30, n. 2, maio/ago. 2004.
FREITAS, Helena C. L. de. Formação de professores no Brasil: 10 anos de embate entre projetos de formação. Educação & Sociedade. Campinas, v. 23, n. 80, set./2002, p. 136-167.
KUENZER, Acácia Zeneida. As políticas de formação: a constituição da identidade do professor sobrante. Educação & Sociedade. n. 68, dez. 1999, p. 163-183.
OLIVEIRA, D.A. A reestruturação do trabalho docente: precarização e flexibilização. Educação & Sociedade [online]. v. 25, n. 89, 2004, p. 1127-1144.

EMENTA DA DISCIPLINA

Enquanto elemento articulador e aglutinador dos diferentes atores e das ações que têm lugar no contexto escolar, o gestor tem importante papel na discussão e implementação do currículo na escola. As discussões sobre currículo têm assumido importante papel na formulação de propostas que visem assegurar que o direito ao conhecimento se constitua no eixo estruturante do currículo e da docência, com vistas à melhoria da qualidade da educação. Nessa perspectiva, o currículo é concebido para além de um conjunto de objetos de conhecimento ligados às diferentes disciplinas do quadro curricular, como o conjunto de experiências e relações que têm lugar no contexto escolar. O objetivo da disciplina é refletir sobre o papel do currículo na promoção de ações pedagógicas eficazes, sobre os eixos em torno dos quais devem se organizar as propostas curriculares e o papel dos gestores nessa organização, oferecendo subsídios teórico-práticos para que o gestor possa assumir seu papel na gestão do currículo na escola.

Bibliografia
Bibliografia Básica (Biblioteca do Estudante)
BARRETO, E. S. S. Tendências recentes do currículo do ensino fundamental no Brasil. In: BARRETO, E. S. S. (org.). Os currículos do ensino fundamental no Brasil. Campinas: Fundação Carlos Chagas, 2000.
LOPES, Alice Casimiro; MACEDO, Elizabeth. O pensamento curricular no Brasil. In: LOPES, Alice Casimiro; MACEDO, Elizabeth (org.). Currículo: debates contemporâneos. São Paulo: Cortez, 2002, p. 13-54.
LOPES, Alice Casimiro. Políticas curriculares: continuidade ou mudança de rumos? Revista Brasileira da Educação. n. 26, maio/ago. 2004, p. 109 118.
MAINARDES, J. Abordagem do ciclo de políticas: uma contribuição para a análise de políticas educacionais. Educação & Sociedade. vol. 27, n. 94, jan./abr. 2006, p. 47-69.

Bibliografia complementar
APPLE, M. Ideologia e currículo. São Paulo: Brasiliense, 1982.
BALL, S. J. Diretrizes políticas globais e relações políticas locais em educação. Currículo sem fronteiras. v. 1, n. 2, jul./dez. 2001, p. 99-116.
BALL, S. J.; BOWE, R. El curriculum nacional y su ?puesta en práctica?: El papel de los departamentos de materias o asignaturas. Revista de Estudios del Currículum. v. 1, n. 2, 1998, p. 105-131.
BEAUCHAMP, J.; PAGEL, S. D.; NASCIMENTO, A. R. (org.). Indagações sobre currículo: currículo, conhecimento e cultura. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2007, 48 p.
LOPES, Alice Casimiro. Tensões entre recontextualização e hibridismo nas políticas de currículo. (GT Currículo da 28ª Reunião da Anped).
MOREIRA, Antonio Flavio Barbosa. Propostas curriculares alternativas: Limites e avanços. Educação & Sociedade. n. 73, dez. 2000, p. 109-138.
MOREIRA, Antonio Flavio Barbosa. Os Parâmetros Curriculares Nacionais em questão. Educação & Realidade. v. 21, n. 1, 1996, p. 9-23.
SILVA, T. T. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo. Belo Horizonte: Autêntica, 1999.
SILVA, T. T. O currículo como fetiche. Autêntica: Belo Horizonte, 1999.

EMENTA DA DISCIPLINA

Estudos relativos ao funcionamento da sala de aula de matemática, buscando compreender os fenômenos didáticos relacionados ao ensino aprendizagem de matemática, incluindo o estudo de transposições e contratos didáticos para todos os níveis de ensino e para formação inicial e continuada do professor que ensina matemática.

Bibliografia

BRUN, Jean. (org.). Didática das matemáticas. Lisboa: Instituto Piaget. 1996.
CÂMARA DOS SANTOS, Marcelo. Algumas concepções sobre o ensino-aprendizagem em matemática. In Educação Matemática em Revista, N°12. São Paulo, SBEM, 2002.
CÂMARA DOS SANTOS, Marcelo. O professor e o tempo. In.: Revista Tópicos Educacionais, V. 15, N°1/2. Recife, Ed. Universitária, 1997.
PAIS, Luiz Carlos. Didática da matemática: uma análise da influência francesa. Belo Horizonte. Ed. Autêntica. 2001.
PARRA, Cecília (org.) Didática da matemática: reflexões psicopedagógicas. Porto Alegre. Ed. Artes Médicas. 1996.

EMENTA DA DISCIPLINA

Atualmente, muitos países, desenvolvidos ou não, convivem com um contingente expressivo de indivíduos que fracassam na escola, não conseguindo adquirir nem mesmo conhecimentos elementares de matemática, leitura e escrita. Alguns estudiosos desse fenômeno do fracasso escolar centram suas pesquisas na discussão teórica sobre a instituição escolar como tal; outros procuram compreender a dinâmica das interações que ocorrem em situações de ensino; outros, a atividade do sujeito cognoscente e seu desenvolvimento cognitivo. Cabe ressaltar, no entanto, que a maior parte dos estudiosos reconhece o papel do gestor como elemento capaz de promover mudanças no contexto da escola. A disciplina pretende, então, refletir sobre o papel do gestor/ diretor e/ou coordenador – na instituição escolar, sobre sua formação e sobre suas atribuições funcionais. Entende-se a figura do gestor como essencial para a implantação e o desenvolvimento de qualquer inovação pedagógica (metodológica e/ou de conteúdo) e para o sucesso e/ou continuidade dos programas que visem à transformação do cotidiano escolar. Nessa direção, mais especificamente, busca-se compreender de que forma, e em que proporção, ações voltadas para a valorização de práticas de letramento em contexto escolar, promovidas pelos gestores, vão repercutir no desempenho dos alunos e ampliar seu grau de letramento, o que significa configurar o gestor também como agente de letramento.

Bibliografia

LIMA, Elvira Cristina de Azevedo Souza. A escola e seu diretor: algumas reflexões. Série Idéias n. 12, São Paulo: FDE, 1992. p. 117-124.
NOGUEIRA, Madza Julita. Diretor / dirigente: a construção de um projeto pedagógico na escola pública. Série Idéias n. 15, São Paulo: FDE, 1992. p. 57-67.
SOUZA, de Donaldo Bello e FARIA, Lia Ciomar Macedo de (orgs). Desafios da educação municipal. Rio de Janeiro: DP&A, 2003.
VAN VELZEN, Boudewijn A. M. Como aperfeiçoar as escolas para que mais alunos aprendam mais. Mudar para melhor: pequenos passos rumo ao êxito para todos, São Paulo: SE/APS, 1997. p. 1-7.

EMENTA DA DISCIPLINA

O objetivo desta disciplina é oferecer ao gestor um panorama das manifestações de diversidade no alunado da escola pública brasileira e discutir formas de gerir essa diversidade e as potenciais adversidades por ela produzidas, no sentido de se construir uma educação inclusiva. Serão abordados temas relativos à diversidade associada às dificuldades de aprendizagem, à diversidade de origem social, com particular atenção à sua manifestação em trocas sociais dentro da escola que traduzem formas de discriminação social mais amplas da sociedade, em particular o racismo e o sexismo. Dados de pesquisa sobre as práticas discriminatórias na escola serão amplamente utilizados.

Bibliografia

Bibliografia Básica (Biblioteca do Estudante)

ABRAMO, Laís. Desigualdades e discriminação de gênero e raça no mercado de trabalho brasileiro e suas implicações para a formulação de uma política de emprego. In: COSTA, Hélio da; CONCEIÇÃO, Marinho da. Educação Integral e Sistema de Reconhecimento e Certificação Educacional e Profissional, 1. São Paulo: CUT, 2005, p.91-120.
AINSCOW, M. et.al. Caminhos para as Escolas Inclusivas. Lisboa, TIE, 1997.
CURY, Carlos Roberto Jamil. Os fora de série na escola. Campinas: Armazém do Ipê, 2005.
FREITAS, Neli Klix. Inclusão socioeducativa na escola: avaliação do processo e dos alunos. Ensaio: Avaliação e políticas públicas em Educação, v.16, n.60, set. 2008, p.323.
LARROSA, J.; SKILAR, C. Habitantes de babel: políticas e poéticas da diferença. Belo Horizonte: Autêntica, 2001.
SENNA, Luiz Antonio Gomes. Formação docente e educação inclusiva. Cadernos de Pesquisa, v.38, n. 133, abr. 2008, p.195-219.

Bibliografia Complementar

ARANHA, M. S. (2000). Inclusão social e municipalização. In: MANZINI, E. J. (org.). Educação especial: temas atuais. Marília: UNESP-Marília Publicações, 2000, p.1-9.
EDLER, R. A nova LDB e a Educação Especial. Rio de janeiro, VWA, 1997.
MANTOAN, M. T. (org.) Caminhos pedagógicos da inclusão. São Paulo: Memnon, 2001.
MANTOAN, Maria Teresa Eglér (org.). A integração de pessoas com deficiência: contribuições para uma reflexão sobre o tema. São Paulo: Memnon SENAC, 1997.
MAZZOTTA, M. Fundamentos de Educação Especial. São Paulo, Pioneira, 1984.
MENDES, Enicéia Gonçalves. A radicalização do debate sobre inclusão escolar no Brasil. Revista Brasileira de Educação, v.11, n.33, dez. 2006, , p.387-405.
REILY, L. Escola inclusiva: linguagem e mediação. Campinas: Papirus, 2004. (Série Educação Especial).
SANT’ANA, Izabella Mendes. Educação inclusiva: concepções de professores e diretores. Psicologia em estudo, v.10, n.2, ago. 2005, p.227-234.
SASSAKI, R. Escola Inclusiva. São Paulo, PME, 1997.
GÓES, Maria Cecília Rafael. Políticas e práticas de educação inclusiva. 3. ed. Campinas, São Paulo: Autores Associados, 2008.
GONZÁLEZ, José Antônio Torres. Educação e Diversidade: bases didáticas e organizativas. Porto Alegre: Artmed, 2002.
PACHECO, J. et. al. Caminhos para a inclusão: um guia para o aprimoramento da equipe escolar. Porto Alegre: Artmed, 2007.

EMENTA DA DISCIPLINA

A disciplina tem o objetivo de oferecer aos alunos elementos para acompanhar e aprimorar os processos internos de desenvolvimento pedagógico e organizacional de unidades escolares. Enfatiza os seguintes conteúdos e habilidades: o papel das equipes gestoras e sua liderança no desenvolvimento de grupos colaborativos comprometidos com o trabalho escolar; as características escolares promotoras de sucesso escolar; a importância da avaliação de desempenho para o desenho dos planos de melhoria da escola; a gestão do ensino, dos espaços e dos tempos da escola; a provisão e gestão de recursos de aprendizagem para professores e alunos; a formação continuada de professores no cotidiano da escola; a gestão de grupos; o papel dos colegiados no fortalecimento da autonomia e na promoção da gestão participativa; os recursos humanos e culturais da comunidade e as oportunidades para o enriquecimento do currículo; a gestão das relações com as famílias e as estratégias para que estimulem a aprendizagem de seus filhos; o planejamento financeiro e o gerenciamento de orçamentos escolares.

Bibliografia

BROOKE, Nigel e SOARES, José Francisco (Orgs.) Pesquisa em Eficácia Escolar: Origem e Trajetórias. Belo Horizonte: Editora da UFMG, 2008.
CASTRO, M.; WERLE, F.. Estado do conhecimento em administração da educação: Uma análise dos artigos publicados em periódicos nacionais 1982-2000. Ensaio: Avaliação e Políticas Públicas em Educação. V. 12, Nº 45, Rio de Janeiro: CESGRANRIO, out/dez, pp. 10451064, 2004.
FRANCO, C.; BONAMINO, A. et al. (no prelo). Eficacia Escolar en Brasil: Investigando Prácticas y Políticas Escolares Moderadoras de Desigualdades Educacionales. In: S. Cueto (Org.) Educación y brechas de equidad en América Latina. PREAL, Santiago de Chile.
GLATTER, Ron. A gestão com o meio de inovação. In: Nóvoa, Antônio (Coord.). As organização escolares em análise. Lisboa: Dom Quixote, 1992.
PINTO, J, M. S. O Tempo e a Aprendizagem – subsídios para uma nova organização do tempo escolar. Porto, Edições ASA.
XAVIER, A. C. R. et al. (Orgs.) Gestão Escolar: desafios e tendências Brasília, IPEA, n.147, 1994.

EMENTA DA DISCIPLINA

Os processos que conduzem à apropriação dos conhecimentos formais ocorrem a partir da realização de atividades de ensino que sejam adequadas aos períodos de desenvolvimento dos alunos e aos conhecimentos adquiridos anteriormente. À cognição estão integrados o funcionamento do sistema emocional, a memória de longa duração, a atenção e a percepção, componentes imprescindíveis à aprendizagem dos conhecimentos escolares. O trabalho do gestor inclui a criação de situações pedagógicas coletivas para toda escola, a facilitação de planejamento e execução de atividades particulares a cada turma e a integração das dimensões do ensino no âmbito escolar. Garantindo múltiplas ações educativas integradas ao currículo, o gestor possibilita que a diversidade apresentada pelos alunos seja atendida. Da mesma maneira, para que todos aprendam, os professores precisam que suas particularidades (formação inicial, tempo de docência, domínio do conhecimento formal que leciona, domínio de um acervo mínimo de práticas docentes, capacidade de registro, domínio da escrita, entre outros) sejam consideradas na formação continuada.
A disciplina tem como objetivos:
– Prover fundamentação teórica dos processos de desenvolvimento e aprendizagem na espécie humana.
– Proporcionar ao gestor fundamentos sobre as bases biológicas e culturais da aprendizagem dos conhecimentos escolares.
– Proporcionar ao gestor fundamentos sobre as bases biológicas e culturais do ensino dos conhecimentos escolares.
– Proporcionar ao gestor elementos para organização do tempo e do espaço na escola de forma a garantir situações de ensino que atendam à diversidade dos alunos.
– Proporcionar conhecimentos na área de desenvolvimento humano do adulto, que possibilitem ao gestor organizar a formação continuada adequada às necessidades específicas de sua escola.

Bibliografia

Lima, E.S. Currículo, cultura e conhecimento. São Paulo: Inter Alia 2007.
Vygotsky L. Psicologia Pedagógica. São Paulo: Martins Fontes. 2001
Lima, E. S. Atividades de estudo. São Paulo: Inter Alia. 2008 Áudio-visual (DVD e publicações).
Ratey, J.J. O Cérebro. Rio de Janeiro: Objetiva. 2002
Wallon, H. Objetivos e Métodos da Psicologia. Editorial Estampa. 1999
Série Gestão e formação humana. Depoimentos, textos e DVDs. Organização de Elvira Souza Lima. Participação de Marilene Montarroyos, Socorro Silva, Célia Ped .

EMENTA DA DISCIPLINA

A disciplina tem por objetivo discutir novas perspectivas para o Ensino Médio, a partir da problematização do modelo dualista hoje prevalente nas escolas brasileiras, baseado, de um lado, na formação propedêudica e, de outro, na preparação para o mercado de trabalho. A discussão de alternativas que ajudem a construir uma identidade para essa etapa da escolarização básica incluirá reflexões sobre a juventude e sua relação com a escola e o saber, bem como reflexões sobre o currículo, enquanto uma política de organização do conhecimento escolar.

Bibliografia

AGUIAR, M.; Simões Bueno, M. S. (org.). O ensino médio e a reforma da educação básica. Brasília: Plano, 2002.
CHARLOT, Bernard. Os jovens e o saber. Perspectivas mundiais. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2002.
FRANCO, Maria Laura Puglise B. Ensino médio: desafios e reflexões. São Paulo: Papirus, 1994FRIGOTTO, Gaudêncio e CIAVATTA, Maria. Ensino Médio: ciência, cultura e trabalho./Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Organizadores:Brasília: MEC, SEMTEC, 2004.
MACEDO, Elizabeth (Org.). Currículo: Debates contemporâneos. São Paulo: Cortez, 2002.
SANCHIS, E. Da escola ao desemprego. Rio de Janeiro: Agir, 1997.

EMENTA DA DISCIPLINA

Os estudantes deverão aprender sobre avaliação e técnicas de intervenção a respeito do ensino de leitura e escrita de crianças vistas ao letramento. Os estudantes irão fazer uma conexão entre teoria, pesquisa e prática de como eles compartilham sua experiência como tutor no ensino. Ao final do semestre, os estudantes irão realizar um diagnóstico acerca de um estudo de caso, no qual deverão resumir suas avaliações e intervenções, incluindo recomendações e orientações para pais e professores. A metodologia que será utilizada para alcançar os objetivos do curso será composta, basicamente, por: atividades de tutoria, leituras de textos, realização de análise diagnóstica, reflexões sobre vídeos, apresentações, trabalhos escritos e estudos de caso.

Bibliografia

ARMBRUSTER, B., Lehr, F., & Osborn, J. (Eds.) (2001). Put Reading First. Jessup, MD: National Institute for Literacy. Available online at http://www.nifl.gov/nifl/publications.html .
BEAR, D. R., Invernizzi, M., Templeton, S., & Johnston, F. (2000). Words their Way. Upper Saddle River, NJ: Pearson Education Inc.
JOHNS, J.L., & Lenski, S.D. (2005) Improving Reading (4th ed.) Dubuque, IA: Kendall Hunt Publishing.
HIEBERT, E. & Taylor, B. (2000). Beginning reading instruction: Research on early interventions. In.: Kamil, M. L., Mosenthal, P.B., Pearson, P.D., & Barr, R., (Eds.) Handbook of Reading Research Vol. III, (pp. 455-482). Mahwah, NJ: Erlbaum.
GRAHAM, S. MacArthur, C. A. & Fitzgerald, J. (2007) Best practices in writing instruction (pp. 289-307). New York: Guilford.
National Institute of Health. (2000). Teaching children to read: An evidence-based assessment of the scientific research literature on reading and its implications for reading instruction. Washington, DC: NIH, National Institute of Child Health and Human Development. Available at http://www.nichd.nih.gov/publications/pubs_details.cfm?from=reading&pubs_id=89 .
MC KENNA, M., & Kear, D. (1990). Measuring attitude toward reading: A new tool for teachers. The Reading Teacher, 43(9), 626-639.
HENK, W., & Melnick, S. (1995). The Reader Self-Perception Scale (RSPS): A new tool for measuring how children feel about themselves as readers. The Reading Teacher, 48(6), 470-482.
SMITH, M. & Wilhelm, J.D. (2004). I just like being good at it: The importance of competence in the literate lives of young men. Journal of Adolescent and Adult Literacy. 47(6), 454-461.
YOPP, H., & Yopp, R. (2000). Supporting phonemic awareness in the classroom. The Reading Teacher, 54(2), 130-143.
PULLEN, P. C., & Justice, L. M. (2003). Enhancing phonological awareness, print awareness, and oral language skills in preschool children. Intervention in School & Clinic, 39(2), 87-98.

EMENTA DA DISCIPLINA

O curso é desenhado para ajudar os estudantes a desenvolverem habilidades de análise política e adquirirem conhecimento sobre as implicações da pesquisa em educação internacional e comparativa para a reforma política. A ênfase do curso será na pesquisa para diminuir a desigualdade de oportunidade educacional. Objetivos específicos: 1- Familiarizar os participantes com a educação comparativa, com os desafios da educação global contemporânea e com as políticas alternativas para melhorar a educação.
2- Desenvolver um entendimento do processo de formação política, e de metodologias para avaliar necessidades educacionais e formular prioridades políticas. 3- Desenvolver a habilidade entre os participantes para traçarem as implicações políticas da investigação educacional comparativa nos efeitos da escola, curriculum, pedagogia, organização escolar, gerenciamento, e desenvolvimento profissional docente.

Bibliografia

ANDERSON-LEVITT, K. Reading Lessons in Guinea, France, and the United States: Local Meanings or Global Culture? Comparative Education Review. Vol. 48 (3). Pp. 229-252.
Asia Society. 2006. Math and Science Education In a Global Age: What the U.S. Can Learn from China http://www.internationaled.org/mathsciencereport.pdf .
BARDACH, Eugene. 2000. A Practical Guide for Policy Analysis. CQ Press.
BARDACH, E. 2000. A Practical Guide for Policy Analysis: The Eightfold Path to More Effective Problem COBB, V. An International Comparison of Teacher Education. ERIC Digest. ERIC Identifier: ED436486 Publication Date: 1999-11-00 Author: Cobb, Velma L. Source: ERIC Clearinghouse on Teaching and Teacher Education Washington DC. http://www.ericdigests.org/2000-3/teacher.htm .
COHEN, J. Goals of Universal Basic and Secondary Education. Prospects. XXXVI. No 3. September 2006. Pp. 247-269.
Solving. New York. Chatham House Publishers. Pages 1 to 83. isbn: 1889119296PHILLIPS, D. and M. Schweisfurth. 2006. Comparative and International Education. An Introduction to Theory, Method and Practice. New York: Continuum International Publishing Group.
REIMERS, F. and N. McGinn. 1997. Informed Dialogue. Using research to shape education policy around the world. Praeger. ISBN. 0-275-95443-9.
WEISS, C. 1998. Evaluation. Methods for Studying Programs and Policies. New Jersey. Prentice Hall.

EMENTA DA DISCIPLINA

Essa disciplina tem por objetivo familiarizar o aluno com conceitos básicos que estruturam a gestão do conhecimento em uma unidade escolar e como a relação entre educação e autoridade intervém nessa gestão. Serão analisadas as formas de ação possíveis nesse contexto, bem como as formas de reação e de construção da autoridade em um contexto em que o conhecimento se torna o principal instrumento de agregação de valor social e a escola sua principal instituição de reprodução.

Bibliografia

Egan, K. A mente educada. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2002.
Habermas, J. Teoría de la acción comunicativa: complementos y estudios previos. Madrid: Catedra, 1997.
Lévy, P. A inteligência coletiva. São Paulo: Loyola, 1998.
Machado, N. J. Educação e Autoridade, Ed. Vozes, Petropolis, 2008.
Machado, N. J. Sobre a idéia de competência. In: Perrenoud, P. et alii – Competências para ensinar no século Machado, N. J. Conhecimento e valor. São Paulo: Moderna, 2004.
XXI. Porto Alegre: ArtMed, 2002.

EMENTA DA DISCIPLINA

O objetivo do curso é explorar os conceitos gerais da reforma escolar, utilizando as perspectivas de liderança organizacional e instrucional. O curso ajudará os estudantes a alcançarem os seguintes resultados: identificar e articular crenças pessoais e perspectivas em uma variedade de políticas de reforma escolar; reconhecer os esforços atuais de reforma e identificar crenças que orientam atividades de reforma escolar em múltiplos contextos; desenvolver habilidades para a mudança e para o trabalho; expandir conhecimento sobre políticas, estratégias, estruturas e sistemas voltados para elevar a aprendizagem dos estudantes. A metodologia do curso será apoiada, principalmente, em aulas expositivas, leitura de textos previamente selecionados, discussões de caso, desempenho de papéis, trabalhos em grupo.

Bibliografia

CHIDRESS, S. Elmore, R. & Grossman, A. (2006). How to manage urban school districts. Harvard Business Review, 84(11), 55-68.
CUBAN, L. (2003). Why is it so hard to get good schools? New York: Teachers College Press.
MERSETH, K. (1997). Cases in educational administration. New York: Longman Addison Wesley. Contains cases that we will use in class (Best ordered from Half.com).
MCCORMICK, D. & Kahn, M. (1982). Barn raising: Collaborative group process in seminars. Exchange: The Organizational Behavior Teaching Journal, 7(4), 16-20.
PAIGE, R. (2006). No Child Left Behind: The ongoing movement for public education reform. Harvard Educational Review 76(4), 461-473.
TYACK, D. & Cuban, L. (1995). Tinkering toward utopia: A century of school reform. Progress or regress. Chapter 2 (pp. 5-42) in The Jossey-Bass reader on school reform. San Francisco: Jossey-Bass.

EMENTA DA DISCIPLINA

O curso tem seu foco na pesquisa e na prática da melhoria educacional em larga escala, entendendo-se “melhoria” como o progresso na qualidade da prática de ensino e aprendizagem do aluno. O curso enfoca o processo de melhoria na sala de aula, na escola e nos diversos níveis de gestão educacional. Fornece modelos estratégicos da melhoria do trabalho escolar e introduz diretrizes de pesquisa e prática, que dão suporte à melhoria instrucional. Objetivos específicos: apresentar idéias, pesquisas e práticas envolvidas no desenvolvimento e implementação de estratégias de melhoria escolar; desenvolver a compreensão e prática de protocolos e processos que podem ser usados para desenvolver e sustentar a melhoria escolar. Serão realizadas leituras e discussões em sala de aula, a partir das quais serão produzidos trabalhos escritos. O objetivo é o de que os alunos sejam capazes de relacionar as informações obtidas à melhoria de sua prática pedagógica.

Bibliografia

Carol Dweck. Self-Theories: Their Role in Motivation, Personality, and Development (Psychology Press, 2000)
Robert Marzano and John Kendall. The New Taxonomy of Educational Objectives. (Corwin Press, 2007)
W. James Popham. Test Better, Teacher Better: The Instructional Role of Assessment (Washington, D.C.: ASCD, 2003).
National Research Council. How People Learn: Brain, Mind, Experience, and School (Washington, D.C.: National Research Council, 2000).
Amy Edmondson. The Local and Variegated Nature of Learning in Organizations: A Group-Level Perspective, Organization Science, Vol. 13, no.2 (2002), 128 – 146. [E-Resources/ EBSCO] http://ezp-prod1.hul.harvard.edu/loginurl=http://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=bth&AN=6532496&site=ehost-live&scope=siteandHumanNature (New York: Agathon Books), 49-62.
Bransford, John D., Brown, Ann L., and Cocking, Rodney R. (Eds.) “How Experts Differ from Novices”. In.: National Research Council, How People Learn: Brain, Mind, A-341, Instructional Improvement 5.
Bransford, John D., Brown, Ann L., and Cocking, Rodney R. (Eds.). “How Children Learn”. In.: National Research Council, How People Learn: Brain, Mind, Experience, and School (Washington, D.C.: National Research Council, 2000), pp. 79-113 [CP] A-341, Instructional Improvement 6.
Bransford, John D., Brown, Ann L., and Cocking, Rodney R. (Eds.).Teacher Learning,in National Research Council, How People Learn: Brain, Mind.

EMENTA DA DISCIPLINA

Esta disciplina tem por objetivo apresentar ao aluno os principais elementos do marco constitucional de 1988 que têm um impacto direto ou indireto sobre a produção de legislação e/ou sobre a implementação de políticas públicas na área da educação pública. Toma, além disso, a Lei de Diretrizes e Bases em consideração e a relaciona aos direitos estabelecidos pela Constituição Federal de 1988 e ao modelo de democracia vigente em nosso país. Analisa também essa Lei em relação aos novos eixos organizadores da educação brasileira (flexibilidade, autonomia e avaliação) e os efeitos disso para a produção de legislação e regulação do ensino público nos Estados e Municípios. O curso está dividido em 5 módulos: i. A Educação e a Democratização do Brasil: uma perspectiva histórica; ii. A Educação e a Federação na Constituição de 1988; iii. A Lei de Diretrizes e Bases; iv. O Novo Papel da União: Legislação Educacional no Brasil Contemporâneo; v. Políticas Públicas: Desempenho, Resultados e Avaliação.

Bibliografia

Bibliografia Básica (Biblioteca do Estudante)

ABREU, M. Organização da Educação Nacional na Constituição e na LDB. Ijuí: Ed. UNIJUI, 1998.
BRZEZINSKI, Iria (org.). LDB interpretada: diversos olhares se entrecruzam. São Paulo, Cortez, 1997.
CURY, C.R.J. Legislação educacional no Brasil. Rio de Janeiro: DP&A, 2000.
CURY, C.R.J; HORTA, José S. B.; BRITO, Vera L. A. de. Medo à liberdade e compromisso democrático: LDB e Plano Nacional de Educação. São Paulo: Editora do Brasil, 1997.
CUNHA, Luiz Antônio. Educação e Desenvolvimento Social no Brasil. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1979.
SAVIANI, D. Da nova LDB ao novo Plano Nacional de Educação: Por uma outra política educacional. São Paulo: Editores Autores Associados, 1998.

Bibliografia Complementar

ARELARO, L.R.G. Educação básica no Século XXI: tendências e perspectivas. Revista Impulso. Piracicaba, 16(39), 2005, p. 37-55.
ARELARO, Lisete Regina Gomes. O ensino fundamental no Brasil: avanços, perplexidades e tendências. Educação & Sociedade [online]. v. 26, n. 92, 2005, p. 1039-1066.
BARROSO, Luís Roberto. O direito constitucional e a efetividade de suas normas: limites e possibilidades da Constituição Brasileira. 6 ed. atual. Rio de Janeiro: Renovar, 2002.
CURY, Carlos R.J. Direito à educação: direito à igualdade, direito à diferença. Cadernos de Pesquisa, n. 116, jul./2002, p. 245-262.
CURY, Carlos Roberto Jamil. A Educação Básica no Brasil. Educação & Sociedade [online]. v. 23, n. 80, 2002, p. 168-200.
CURY, Carlos Roberto Jamil. A educação como desafio na ordem jurídica. In: LOPES, Eliane M. T et. al. (org.). 500 anos de educação no Brasil. 2 ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2000, p. 567-584.
CURY, Carlos Roberto Jamil. Os Parâmetros Curriculares Nacionais e o ensino fundamental. Revista Brasileira de Educação, n. 2, maio-ago. 1996, p. 4-17.
DINIZ, Eli; AZEVEDO, Sérgio (org.). Reforma do Estado e democracia no Brasil: dilemas e perspectivas. Brasília: UnB, 1997.
FÁVERO, Osmar (org.). A educação nas constituintes brasileiras: 1823-1988. Campinas: Autores Associados, 1996. 302 p.
FREITAS, Dirce Nei Teixeira de; BRITO, Vilma Miranda de. Avaliação da efetivação do direito à educação: principiando pelas normas constitucionais (ANPED 31ª reunião).
OLIVEIRA, R. P.; ADRIÃO, T. (org.). Gestão, financiamento e direito à educação: Análise da Constituição Federal e da LDB. 3 ed. São Paulo: Xamã, 2007.
RESENDE, Márcia Helena Siervi. O direito à educação na Constituinte mineira de 1988-1989. 1997. Dissertação (Mestrado em Educação) – Programa de Pós-Graduação em Educação, Universidade de Juiz de Fora, Juiz de Fora, 1997.
VIEIRA, Evaldo. A política e as bases do direito educacional. Cadernos Cedes, Políticas públicas e educação, ano XXI, n. 55, nov. 2001, p. 9-29.
SAVIANI, Dermeval. Da nova LDB ao FUNDEB: por uma outra política educacional. 2 ed. Campinas, São Paulo: Autores Associados, 2008.

EMENTA DA DISCIPLINA

O curso tem o objetivo de proporcionar ao gestor da área de avaliação educacional uma compreensão mais aprofundada dos procedimentos, métodos e modelos amplamente utilizados nas avaliações nacionais e internacionais. São tema de estudo a Teoria da Resposta ao Item, os critérios de seleção de itens, as estatísticas utilizadas, e a análise do comportamento diferencial do item, entre outros temas.

Bibliografia

Material instrucional e sistemas de análise de dados de uso corrente do CAEd.

EMENTA DA DISCIPLINA

Essa disciplina tem por objetivo introduzir o aluno aos conceitos básicos que estruturam a economia social, em particular os modelos de economia da educação vigentes no Brasil e em casos comparativos. Três tópicos centrais serão abordados: 1) A perspectiva econômica do processo educacional: a educação escolar na economia social brasileira; 2) A educação como processo de produção: introdução ao estudo das relações entre família, educação, mão-de-obra, mercado de trabalho e renda; 3) Uma visão crítica da teoria do capital humano: tendências atuais da economia da educação.

Bibliografia

ANUATTI NETO, Francisco; FERNANDES, Reynaldo; PAZELLO, Elaine Toldo. Avaliação dos Salários dos Professores da Rede Pública de Ensino Fundamental em Tempos de FUNDEF. Revista de Economia Aplicada, São Paulo-SP, v. 8, n. 3, p. 413-437, 2004.
BLAUG, MARK. Introdução a Economia da Educação. Porto Alegre 1a. Edicao. Ed. Globo, 1975.
BELLUZZO JÚNIOR, Walter; ANUATTI NETO, Francisco ; PAZELLO, Elaine Toldo . Distribuição de Salários e o Diferencial Público-Privado no Brasil. Revista Brasileira de Economia, v. 59, p. 511-533, 2005.
DEMOUSTIER, D. A economia social e solidária. São Paulo: Loyola, 2006.
FERNANDES, Reynaldo; PAZELLO, Elaine Toldo. Avaliação de políticas sociais: incentivos adversos, focalização e impacto. In: Marcos de Barros Lisboa; Naércio Aquino Menezes-Filho. (Org.). Microeconomia e Sociedade no Brasil. Rio de Janeiro: Contra-Capa Livraria, 2001, v. 1, p. 151-171.
MENEZES-FILHO, N.A.; PAZELLO, Elaine Toldo. Do teachers wages matter for proficiency? Evidence from a funding reform in Brazil. Economics of Education Review, v. 26, p. 660-672, 2007.
SHEEHAN, JOHN RIO DE JANEIRO. A Economia da Educação. 1a. EDICAO, ED. ZAHAR 1975.

EMENTA DA DISCIPLINA

Essa disciplina tem por objetivo apoiar o aluno na elaboração da parte final e sua dissertação profissional, especialmente na escrita da proposta de intervenção nomeada de Plano de Ação Educacional. Esse suporte é dado através de webconferências, participação em fóruns e encontros presenciais. As atividades devem contribuir para o aluno (a) definir as ações propostas dando para estas um caráter exequível.

Bibliografia

BURGOS, Marcelo Baumann. CANEGAL, Ana Carolina. Diretores escolares em um contexto de reforma da educação In Revista Pesquisa e Debate em Educação V1.N1. – Programa de Pós-Graduação Profissional. Juiz de Fora – MG. Universidade federal de Juiz de Fora. 2011.
CONDÉ, Eduardo Salomão. Abrindo a Caixa – Elementos para melhor compreender a análise das Políticas Públicas. 2011. No prelo.
FRANCO, C.; ALVES, F.; BONAMINO, A. Qualidade do ensino fundamental: políticas, suas possibilidades, seus limites. Educação e Sociedade. Campinas, v. 28, n.100, p. 989-1014, out. 2007.
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